domingo, 26 de fevereiro de 2017

Divirtam-se, sim?!


Que tal uma ida até Veneza? Já não têm oportunidade?
Quem sabe, quem sabe!
Vamos tentar?!




Não, não andamos mascarados o ano inteiro, nem pensar, ora essa!

Nada de pessimismos, pode ser?!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Eutanásia, sim, ou não?


Questão que me inquieta, mas...?...
Depois de uma aparente acalmia, ei-la que volta, a ideia. Ideia, ou ameaça?
Voltámos á "carga", nada a fazer!

"Do grego euthanasía, «morte doce e fácil», pelo latim eutanasĭa-, «idem», pelo francês euthanasie, «eutanásia».
Fonte:  https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa-aao/eutan%C3%A1sia

A definição «morte doce e fácil» até é simpática. Mas será que a "simpatia" tranquiliza alguém?! 



Apenas um alerta.
Cuidado, muito cuidado com as "caixas de Pandora"!
É bom que não nos esqueçamos de uma coisa, simples, muito simples, chamada não retorno.

sábado, 21 de janeiro de 2017

E?...

Por acaso alguém me sabe dizer para que é que serviu o desfile - manifestação?! - de algumas alminhas? Foi ridículo, ou é impressão minha?


Se querem fazer alguma coisa que valha a pena, que tal pensar em algo que vá para além destes desfiles que não aproveitam a ninguém? Mais, que não resolvem o que quer que seja. 
Lutar pelos direitos da mulher, lutar contra a discriminação, toda ela, e tantas outras coisas assustadoras que espreitam sem pudor, seja qual for o grupo visado, é de louvar, mas assim? 
Por favor, um pouco de bom senso nunca fez mal a ninguém. 
Quem se lembra de Timor?  
Pois é! Tendo em conta essa experiência e o resultado, esse sim, positivo, consideram que "isto" serve para alterar as ideias dos "Trumps" deste mundo?!
Vamos lá pensar a sério, muito a sério. É tempo de tudo, menos de fazer "nadas".


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Palavras? Para quê?!


Quando a lucidez dos Homens Grandes lhe permitem ver futuros.




Um óptimo fim-de-semana
para todos vós.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Opções, é tudo uma questão de opções!


Um grupo de amigos que se reúnem. Amigos que vão chegando a pouco e pouco para uma tarde passada em conjunto. Dois deles, um casal, entra, cada um com seu telemóvel na mão. Mal transpõem a porta, e sem sequer cumprimentar os restantes, um dos elementos tem esta exclamação que se afigura, magnifica: "a mesa, tão bonita a mesa, vou tirar uma fotografia para enviar para... ". E é um frenesim. E tira uma, e duas, e três e n fotografias.
A anfitriã, ar de espanto, nada diz, mas nota-se o desconforto. Os outros? Esses nem ligam, é que "aquilo" aquela fixação, mais, aquela alienação "faz parte".
E é este "faz parte" que nos devia colocar a questão óbvia
Para onde caminhamos? Que sociedade construímos? Que mundo é este em que somos escravos de máquinas.
Máquinas e mais máquinas.
Máquinas que mostram, máquinas que "espreitam", máquinas que retratam, máquinas que desnudam até à alma.
Máquinas. Telemóveis, smartphones, tablets, toda uma panóplia que poderia ser (e é) de imensa utilidade se usada com inteligência.   
Máquinas que quebram a privacidade, e que impedem o diálogo e a conversa olhos nos olhos. Máquinas que cegam, numa cegueira absoluta.
Máquinas que escondem o que está à nossa volta, que não nos deixa ver o Outro, vê-lo tal qual é, VÊ-LO.
Máquinas que substituem a partilha, a conversa, a cumplicidade.
É isto que queremos para os nossos filhos?
É isto que lhes CONTINUAMOS a transmitir? É este o legado que lhes deixamos?
Quem lhes ensina convivência, mas autêntica? Quem lhes ensina camaradagem, quem lhes ensina o jogo, a gargalhada, o verdadeiramente lúdico?

 *
É isto que queremos? O acompanhado/sozinho?

 *
É esta prisão, estas grilhetas que queremos para as nossas vidas?
Será por acaso, por mero acaso, que já existem instituições para tratamento desta forma de dependência?

 *
É esta tendência para a alteração/deformação até da parte esquelética, que queremos, não só para nós como para as gerações futuras? 

 *
Queremos transformarmo-nos nuns tristíssimos e desgraçados zombies, vazios e ocos de tudo? É isto que queremos?

 *
Ter capacidade de viver o simples e a liberdade. De usufruir do belo, da VIDA, meus caros, da VIDA, esse bem maior, é JÁ uma utopia?

Acordemos. Não teremos, também, uma quota parte significativa de culpa em todo este processo?
Façamos tudo, mas tudo o que estiver ao nosso alcance para inverter este processo, um desastre  mascarado de normalidade.

Recordando o nosso querido José Régio no seu belíssimo poema Cântico Negro afirmo, de forma categórica e muito, muito consciente:

(...)
Não sei por onde vou,  
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí.


* Imagens tiradas do Google