sexta-feira, 17 de março de 2017

Até já?!

Até já? Até logo? Até amanhã? Que sei eu!




Sei, isso sim, que vos devo, a todos vós, os que ainda têm paciência para vir até aqui, uma palavrinha, e essa palavrinha é simples: decidi fazer uma nova pausa. É que o meu "olhares" anda meio "cego" - andará(?!) - e um "olhar" que não se alimenta, morre, não se justifica, não faz sentido.
Assim...? Assim deixo-vos por um tempo. Quanto? Não sei, não faço ideia.
Desejo-vos, a todos, tudo de bom. Que a vida vá sendo, no mínimo, "simpática", sem grandes oscilações no sentido errado.

Até já?
Até logo?
Até amanhã?
Que sei eu?!...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Quando adjectivar é impossível!

Afirmar que estamos perante um filme imperdível, é uma banalidade.
Afirmar que estamos perante um filme que vai muitíssimo para além disso, que se transcende enquanto tal, é quase uma falta de respeito. É que a forma como são tratados sentimentos tão dispares como o amor pelo Outro e por si próprio, a solidariedade, o respeito, o sonho, a coragem, a beleza, a sensibilidade, tudo isto numa amálgama a que nunca falta o belo faz-nos curvar numa gratidão imensa: isto significa que ainda há Homens dignos desse nome.
Afirmar que este "Moonlight" ficará para a história do cinema como O filme, aquele que faz a diferença...?!
 

E faz a diferença por variadíssimas razões. Vou limitar-me a salientar duas: pela qualidade do filme propriamente dito, como referi acima, e por alguns comentários que vi publicados. É que por vezes, um "nada" pode mostrar-nos a evolução da pessoa, enquanto tal.
Não gostar é um direito que assiste a todos, não "saber" ver é outra completamente diferente. Nalguns comentários, poucos é verdade, esta forma de "cegueira" mostra, à exaustão, quantos de nós ainda somos pequenininhos, medíocres, incapazes de voar, óptimos no rastejar.
Se fico triste quando confrontada com esta triste realidade? Sim, não só triste como num desencanto sem nome.
Quanto caminho nos falta percorrer, quanto?!... 

Um óptimo filme para todos vós, Amigos.

    

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Divirtam-se, sim?!


Que tal uma ida até Veneza? Já não têm oportunidade?
Quem sabe, quem sabe!
Vamos tentar?!




Não, não andamos mascarados o ano inteiro, nem pensar, ora essa!

Nada de pessimismos, pode ser?!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Eutanásia, sim, ou não?


Questão que me inquieta, mas...?...
Depois de uma aparente acalmia, ei-la que volta, a ideia. Ideia, ou ameaça?
Voltámos á "carga", nada a fazer!

"Do grego euthanasía, «morte doce e fácil», pelo latim eutanasĭa-, «idem», pelo francês euthanasie, «eutanásia».
Fonte:  https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa-aao/eutan%C3%A1sia

A definição «morte doce e fácil» até é simpática. Mas será que a "simpatia" tranquiliza alguém?! 



Apenas um alerta.
Cuidado, muito cuidado com as "caixas de Pandora"!
É bom que não nos esqueçamos de uma coisa, simples, muito simples, chamada não retorno.

sábado, 21 de janeiro de 2017

E?...

Por acaso alguém me sabe dizer para que é que serviu o desfile - manifestação?! - de algumas alminhas? Foi ridículo, ou é impressão minha?


Se querem fazer alguma coisa que valha a pena, que tal pensar em algo que vá para além destes desfiles que não aproveitam a ninguém? Mais, que não resolvem o que quer que seja. 
Lutar pelos direitos da mulher, lutar contra a discriminação, toda ela, e tantas outras coisas assustadoras que espreitam sem pudor, seja qual for o grupo visado, é de louvar, mas assim? 
Por favor, um pouco de bom senso nunca fez mal a ninguém. 
Quem se lembra de Timor?  
Pois é! Tendo em conta essa experiência e o resultado, esse sim, positivo, consideram que "isto" serve para alterar as ideias dos "Trumps" deste mundo?!
Vamos lá pensar a sério, muito a sério. É tempo de tudo, menos de fazer "nadas".